segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

REFLEXÕES 



Hoje vejo que exploramos tão pouco esse recurso poderoso, que é a internet, que se o professor quisesse, suas aulas seriam riquíssimas. Os professores, antes de passar conteúdos novos as turmas, deveriam antes pesquisar sites sobre o assunto e levar a turma a sala de informática. Pode fazer algumas questões que ao serem respondidas os ajudará no entendimento do assunto. Podem inclusive ver vídeos e slides. A professora de geografia de minha escola não gostava da sala de informática, parte porque ela não sabe usar os computadores mas, orientada por mim, aceitou encaminhar seus alunos sozinhos a sala de informática para que eu lhes mostrasse o Google Mapa. 

Eles gostaram muito de ver o satélite partindo do planeta terra, Brasil, RS, Ijui, Bairro. Caminhamos pela cidade e depois na escola e partimos procurando as ruas que eles moravam e suas casas. Fascinante/gratificante. Observei esta semana professores dispensando alunos de suas salas, porque não queriam trabalhar em sala de aula e atrapalhavam os outros. Bem sei que no final do ano letivo estamos cansados, exaustos (professores e alunos). Mas a que se acharem alternativas para o êxito do aluno, este ainda não tem maturidade para saber quão prejudicial será uma reprovação no seu futuro. Então sugeri a coordenação que os alunos que não estavam mais produzindo em sala de aula, que já constataram que os mesmos não atingiriam o necessário para uma aprovação, que dessem um trabalho interdisciplinar para o aluno fazer na sala de informática. Por exemplo, um slide, com o assunto a ser escolhido e que fosse avaliado como uma recuperação ou seja o que for. Mas uma chance do aluno fazer o que gosta, porque eles gostam de fazer trabalhos na sala de informática, e evitar o desgaste do professor e a possível reprovação. 

Educar e educar-se para a vida são imprescindíveis para a realização humana. Para Paulo Freire a tônica era a efetivação dos instrumentos pedagógicos, ou seja, despertar no educando o interesse da real informação, de modo que a visão global e mais profunda do alvo a ser encontrado correspondesse ao equilíbrio entre o “querer” e o “acontecer”. Efetivar, outrossim, o entusiasmo pela universalização da educação em seu potencial disciplinar e curricular

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